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Histórico da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Série: Religiões, Seitas e Heresias
Foi fundada oficialmente em 1863, 21 anos após o Movimento Millerita
(evento ocorrido no ano de 1844). Hoje está entre as principais
denominações religiosas do mundo, estando presente em quase todas as
nações do globo.
O termo “adventista” refere-se à crença no
advento da volta profetizada de Cristo à Terra em 1844, ou seja, na
segunda vinda de Jesus. O termo “sétimo dia” é uma referência à crença
do sétimo dia da semana como sendo o dia da semana que Deus estabeleceu
para o descanso físico e espiritual do homem – no Adventismo não guardar
esse dia compromete a soteriologia, ou seja, não tem salvação sem a
guarda do sábado!
Embora o nome “Adventista do Sétimo Dia” tenha sido escolhido em 1860, a
denominação oficialmente foi organizada em 21 de maio de 1863, quando o
movimento já se compunha de cerca de 125 igrejas e 3.500 membros –
esses membros oriundos dos crentes na falsa profecia de Miller da volta
literal de Cristo à Terra.
William Miller, um agricultor, converteu-se à Igreja
Batista e começou a estudar intensamente a Bíblia. Utilizando uma Bíblia
e um material de estudo de textos bíblicos conhecido como Concordância
de Cruden, concluiu que o Santuário descrito na profecia de Daniel 8:14
referia-se à Terra e a purificação do mesmo ao retorno de Jesus.
Fazendo
uso de um método de interpretação de profecias bíblicas conhecido como
princípio dia-ano, concluiu que as ”2300 tardes e manhãs” referidas,
iniciavam-se em 457 a.C e se cumpriam entre março de 1843 e março de
1844. Como o fato não ocorreu (a volta de Jesus), o movimento tornou-se
desacreditado e até hoje esse fato é vergonha para a Igreja Adventista.
Samuel S. Snow, ministro protestante milerita, concluiu que a purificação do santuário descrita na profecia ocorreria de acordo com o calendário judaico dos caraítas em 22 de outubro de 1844. Isso deu vida nova ao engodo, mas também nada aconteceu nesse dia – todavia aqui surgi outro personagem para transformar outro engodo em verdade, ele se chama Hiram Edson.
Hiram Edson, para fugir da alegação de “falsos
profetas”, desde que anunciaram a segunda vinda de Jesus à terra e tal
não se deu (Atos 1.7), arrumou uma escapadela, visualizou a segunda
vinda de Jesus, que, teria na verdade saído do primeiro compartimento do
santuário celestial, e entrado no segundo no dia 22 de outubro de 1844
! e não voltado a Terra como achava Miller – assim iniciou- se um grande
embuste teológico chamado Juízo Investigativo.
Enquanto a maioria dos Milleritas acabaram por desanimar, vários grupos
continuaram estudando a bíblia e constataram, como visionou Hiram Edson,
que a profecia não tratava da volta de Cristo e sim de eventos
celestiais relatados no livro de Hebreus. Um desses grupos foi liderado
pelo capitão aposentado Joseph Bates e pelo casal James White e Ellen G.
Harmon (depois White).
Joseph Bates foi convencido sobre a guarda do Sábado como o sétimo dia
Sagrado, através de contato com os Batistas do Sétimo Dia, através de
Rachel Oakes. Bates organizou confêrencias sabatistas em New Hampshire a
partir de 1846.
Em 1844, Ellen G. White teve sua primeira visão. Durante seu ministério
(1844-1915) ela escreveu cerca de 100.000 páginas e teve 2.000 sonhos e
visões. Alguns defendem que partes do seu acervo nunca passou de plágio
de outros autores. Além de dezenas de falsas profecias proferidas por
ela, profecias que até hoje os Adventistas não conseguem explicar seus
fracassos com o devido teor de convencimento.
Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil
No
Brasil o adventismo chegou em 1884 através de publicações que chegaram
pelo porto de Itajaí com destino a cidade de Brusque, no interior de
Santa Catarina. Em maio de 1893 chegou o primeiro missionário
adventista, Alberto B. Stauffer que introduziu formalmente através da
Colportagem os primeiros contatos com a população. Em abril de 1895 foi
realizado o primeiro batismo em Piracicaba, SP, sendo Guilherme Stein Jr
o primeiro converso.
Inicialmente os estados brasileiros com maior presença germânica foram
atingidos pela literatura adventista. Conforme informações repassadas
pelo pastor F Westphal, a primeira Igreja Adventista do Sétimo Dia em
solo nacional foi estabelecida na região de Gaspar, em Santa Catarina,
em 1895, seguida por congregações no Rio de Janeiro e em Santa Maria do
Jetibá, no Espírito Santo, todas no mesmo ano.
Com a fundação da gráfica adventista em 1905 em Taquari, RS (atual Casa
Publicadora Brasileira localizada em Tatuí-SP), o trabalho se
estabeleceu entre os brasileiros e se expandiu em todos os estados.
A
primeira Escola Adventista no Brasil surgiu em 1896 na cidade de
Curitiba. Em 2005 somam-se 393 escolas de ensino fundamental e 118 do
ensino médio com o total de 111.453 alunos e seis instituições de Ensino
Superior (IES) com mais de cinco mil alunos que tem no Centro
Universitário Adventista de São Paulo, sua matriz educacional. O UNASP
como é conhecida esta IES, surgiu em 1915, em Capão Redondo, SP e hoje
conta com três campus na cidade de São Paulo, em Engenheiro Coelho e
Hortolândia.
Em 1960, surge o primeiro Clube de Desbravadores (departamento juvenil da IASD) na cidade de Ribeirão Preto.
No
Brasil são 1.600.000 membros da IASD em 2008 sob a coordenação de seis
Uniões que administram as Associações e Missões. As instituições da IASD
do Brasil e de sete países latino-americanos formam a Divisão Sul
Americana, com sede em Brasília, DF.
Fonte: http://www.cacp.org.br/historico-da-igreja-adventista-do-setimo-dia/
Acesso: 13/02/13
Ellen G. White e a Masturbação
![]() |
Ellen G. White Falsa Profetisa da seita adventista do 7° dia |
Deve ser penoso aos adventistas ter uma profetisa que é baluarte da
igreja, mas ao mesmo tempo vergonha perene da mesma. Suas afirmações
“inerrantes” fazem seus teólogos tornarem-se verdadeiros malabaristas da
exegese “whitiana” – é de dar comiseração!
Atualmente estou lendo o livro “Os 7 Mitos do Adventismo”
do Pr. Paulo Sérgio Batista. A obra é uma das melhoras pesquisas em
língua portuguesa sobre a temática. Na página 86 do livro encontramos
uma pesquisa sobre EG White bastante risível, onde Paulo Sérgio
explicita os comentários da “pena inspirada” (como EG White é chamada)
sobre a masturbação.
Sem querer entrar no mérito da questão da
puberdade, pois sabemos que o ato em si pode realmente levar os jovens a
pecar, veja o que ela defende como veracidade sobre o ato juvenil:
“A condição do mundo é alarmante. Por toda parte que olhemos vemos
imbecilidade, nanismo, membros aleijados, cabeças mal formadas e
deformidade de toda descrição… Hábitos corrompidos estão dissipando sua
energia, e trazendo-lhes enfermidades repugnantes e complicadas… As
crianças que praticam a auto-indulgência [masturbação] . . . devem pagar
a penalidade.
Prosseguindo a prática desde os 15 anos ou mais, a
natureza protestará… e fa-los-á pagar elevado preço. . . por numerosas
dores no organismo, e várias doenças, tais como indisposição de fígado e
pulmões, nevralgias, reumatismo, problemas da espinha, doenças renais e
tumores cancerosos. . . “. (An Appeal to Mothers 1864)
O Pr. Paulo Sérgio Batista arremata a questão: “É tão absurdo o que Sra.
White declarou sobre os males causados pela masturbação que a Revista
adventista Spectrum trouxe um artigo tentando ‘explicar’ o motivo de
seus disparates científicos – ‘… a maioria dos especialistas médicos de
hoje não confirma (os efeitos da masturbação descrita por White)… Mas
talvez o que ela escreveu é menos ofensivo quando comparamos com que
outras pessoas estavam escrevendo em seu tempo…’. Portanto, segundo o
periódico adventista, EGW ensinou coisas erradas sobre saúde, porém,
outros de sua época também ensinaram coisas piores!
É incrível como
alguém pode defender os conceitos ‘inspirados’ de EG White com esse tipo
de argumentação absurda. Se EGW foi realmente inspirada e conduzida por
Deus na formulação de sua reforma pró-saúde, por que foram ensinados
conceitos errados daquilo que ela própria veio reformar, supostamente
por orientação divina?”
Corroboro com as argumentações do pesquisador Paulo Sérgio Batista. Não
faz sentido algum os adventistas quererem defender a inerrância das
obtusidades escritas pela sua profetisa. Seria mais simples, para os
adventistas, admitirem os erros de EG White e se voltarem apenas para a
Bíblia como regra de fé.
Diversos / Estudos Bíblicos / Movimentos / Seitas
http://www.cacp.org.br/eg-white-e-a-masturbacao/
11/03/13
"Guardar o sábado" Lei ou mandamento permanente? A igreja adventista é uma seita?
Resposta
Por estes dias tenho recebido vários emails sobre este tema, e estarei esclarecendo dentro da palavra este assunto tão polemico entre os evangélicos.
A questão não é o sábado em si, mas o fato de que não estamos debaixo do Antigo Concerto. A Palavra profética previa a chegada do Novo Concerto (Jeremias 31.31-33) e o fim do sábado (Oséias 2.11), que se cumpriu em Jesus (Colossenses 2.14-17), por essa razão, o sábado não aparece nos quatro preceitos de Atos 15.20-29. Mas gostaria apenas de escrever a partir do versículo 28 a 29 que claramente diz:
Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes.Bem vos vá.
Na verdade o fato é que a palavra diz que se formos guardar a lei teremos que guardar toda a lei sem tropeçar em qualquer uma delas, caso contrario todas que já foram cumpridas se fará em vão, os adventistas guardam o sábado, mas se formos ver como realmente era guardado o sábado, e se formos ver como realmente as leis como eram exigidas no passado, eles nos dias de hoje não cumprem nem 50% do que a lei pedia no antigo testamento, ou melhor dizendo nenhum ser humano foi ou será capaz de guardar a lei em todos os seus pontos sem tropeçar nas mesmas.
Tiago 2.10 diz: Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos.
Você sabe a razão do porque o próprio Jesus disse que estava cansado dos sábados em Oséias 2.11? Simplesmente porque os sraelitas eram hipócritas, eles guardavam o sábado, mas de que adiantava se não obedeciam a Deus, uma hora eles estavam guardando o sábado e julgando os que não guardavam, mas pouco depois eles estavam adorando ídolos e desonrando o nome do senhor. Ou seja estavam encaixados em Tiago 2.10.
O tempo se passava e Deus não achou um homem se quer que conseguisse guardar os dez mandamentos sem tropeçar em alguns deles, por este motivo ele enviou Jesus para que o cumprisse e foi assim que a lei foi vencida e o novo conserto foi feito entre nós servos do senhor. Sei que vários adventistas estão lendo neste momento este estudo, já que cada estudo é lido por mais de 1000 pessoas mensalmente e parte dos internautas que navegam neste site são adventistas, mas não acredito que seja guardar o sábado que possa fazer a igreja adventista ser uma seita, pois isto não é nada mais que um sacrifício em vão, porém não é um pecado guardar a lei, o pecado esta em viver debaixo do julgo de satanás, e se a adventista é uma seita eu ainda vou explicar quais são os motivos ainda neste estudo.
A adventista do sétimo dia é uma seita? o que os torna seita?
Esta é uma pergunta um tanto quanto delicada, eu fiz um estudo sobre isto e recebi vários emails de adventistas criticando o estudo que fiz sobre este assunto, porém o que vou escrever nas linhas abaixo será tudo dentro da palavra. Resumidamente vou falar um pouco do porque a igreja adventista é uma seita, não por causa de guardar o sábado, mas por alguns dos motivos a seguir.
Razões que tornam a igreja adventista uma seita
1- Acreditam no sono da alma.
Afirmam que, depois da morte, somos reduzidos ao silêncio. Que morte é morte mesmo, incluindo a própria alma. Ao morrer, o homem deixa realmente de existir. Mas não foi isto que Deus nos ensinou. “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos” (Mt.22:32). O livro de Lc.23.43 diz: - hoje estarás comigo no Paraíso Dessa forma, analisando as palavras de Jesus, é impossível admitir, com base nessa passagem, que o malfeitor arrependido está deitado em sono inconsciente. Ambos morreram naquele dia, Jesus desceu às partes mais baixas da terra (Ef 4.8-10) e pregou aos espíritos em prisão (1 Pe 3.18-20), enquanto o malfeitor arrependido foi ao Paraíso. O mesmo lugar para onde Jesus foi e levou cativo o cativeiro (Ef 4.8).
2- Eles afirmam que todos os que não guardarem o sábado não terão a salvação.
O único que pode ou não definir a salvação de alguém é o próprio Deus, nós não temos o poder de julgar nem mesmo o pior pecador da face da terra, até porque na ultima hora ele ainda poderá se arrepender dos seus pecados e ter a vida eterna, enquanto que alguém por mais santo que seja poderá falhar em seu ministério nos últimos dias de sua vida e talvez até perder sua salvação.
3-Afirmaram que Jesus ia voltar no ano de 1844:
O fundador desta controvertida seita, Pr. W.Miller (que na verdade era leigo), afirmou que Jesus voltaria em 1843. Quando isto fracassou, seus seguidores anunciaram que um ligeiro erro tinha ocorrido e então fixou o tempo do fim para outubro de 1844. As pessoas venderam casas e móveis, e ficaram aguardando o fim, ansiosas. No dia previsto, o povo reuniu-se no topo dos telhados e das montanhas, aguardando o evento. Contudo, o passar do tempo provou que Miller estava errado. Cristo não veio no dia indicado e nem virá em qualquer outro dia marcado, pois a Palavra de Deus é claríssima: “Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu nem o Filho, senão o Pai” (Mc.13:32; At.1:2). Miller se arrependeu por esse erro, mas os seus adeptos continuaram e o resultado dessa inconseqüência é a Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas variantes. Como podemos crer que esta obra é de Deus vendo como ela começou? A Bíblia diz que Deus não é de confusão (ICor.14:33) e como aceitar que Ele esteja nesse meio tão confuso?
4- Não acreditam na existência do inferno
Eles afirmam as outras religiões servem a um Deus mal e vingativo. O ensino de Jesus foi claro sobre o inferno: Mt 13.41-42, 49-50; 22.13; 24.50-51; 25.30, 41, 46; 26.24; Mc 9.45, 47-48; Lc 12.4-5; 13.27-28. A palavra aionios, que aparece na Bíblia, designa: a eternidade de Deus (Ap 4.9; Rm 16.26); a felicidade do povo de Deus (Mt 25.46; Jo 10.28); a glória eterna (2 Tm 2.10; 2 Co 4.17; Hb 9.15; 2 Co 5.14, 18) e futura punição dos ímpios (Mt 25.46; 2 Ts 1.9).
5- Afirmam que Jesus é o arcanjo Miguel.
EG White afirma em seu livro - Os Patriarcas; pág. 366, que Jesus é o Arcanjo Miguel: "Ainda mais: Cristo é chamado o Verbo de Deus. João 1:1-3. É assim chamado porque Deus deu Suas revelações ao homem em todos os tempos por meio de Cristo. Foi o Seu Espírito que inspirou os profetas. I Ped. 1:10 e 11. Ele lhes foi revelado como o Anjo de Jeová, o Capitão do exército do Senhor, o Arcanjo Miguel. Foi Cristo que falou a Seu povo por intermédio dos profetas". A Bíblia apresenta muitas diferenças entre Jesus e Miguel:
*
Jesus é criador ( Jô 1.3 ) , Miguel é criatura ( Cl 1.16 )
*
Jesus é Adorado por Miguel ( Hb 1.6 ), Miguel não pode ser adorado ( Ap. 22.8-9 )
*
Jesus é o Senhor dos Senhores ( Ap. 17.14); Miguel é príncipe( Dn 10.13)
*
Jesus é Rei dos Reis; Miguel é príncipe dos Judeus (Dn 12.1).
Há, portanto, clara distinção entre Jesus e Miguel. Jesus é o Filho de Deus, e Miguel é anjo: Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai e Ele me será por Filho? E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem ( Hb 1.5-6 ); Portanto fica claro aqui a superioridade de Jesus, e a falta de conhecimento destes que se dizem “estudantes” da Bíblia.
6- Afirmam que Jesus tinha natureza pecaminosa.
O Adventismo declara que: Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza pecaminosa, caída (....) De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo o filho de Adão – uma natureza pecaminosa (Estudos Bíblicos. CPB. P. 140/41). Jesus foi concebido pelo Espírito Santo no ventre de Maria (Lc 1.30), diferenciando-se de todos os homens que nasceram em pecado (Sl 51.5). O texto em questão declara que Jesus era santo, inocente, imaculado e separado dos pecadores. Uma pergunta que resta: como admitir que a deidade absoluta pudesse habitar no corpo humano corrompido? (Cl 2.9). Esse Cristo de natureza pecaminosa é outro Jesus e não o que servimos(2 Co 11.4) Eu gostaria de pedir desculpas aos membros da igreja adventistas que se sentirem ofendidos com relação a este artigo, minha intenção em momento algum foi de atacar vocês de alguma forma, apenas esclareci a duvida de internautas que me questionaram vários dias sobre tal assunto, e é impossível eu responder estas perguntas sem esclarecer de forma clara se vocês estão dentro ou fora dos preceitos bíblicos. A palavra de Deus diz que devemos dizer sim sim, ou não não, o que passar disto será procedência maligna (Mateus 5.37) Baseado neste versículo eu não poderia dar varias voltas sem dizer o que realmente a biblia diz sobre vossas doutrinas. Espero ter esclarecido vossas duvidas
Respondida por Cléuvis casagrande
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Por estes dias tenho recebido vários emails sobre este tema, e estarei esclarecendo dentro da palavra este assunto tão polemico entre os evangélicos.
A questão não é o sábado em si, mas o fato de que não estamos debaixo do Antigo Concerto. A Palavra profética previa a chegada do Novo Concerto (Jeremias 31.31-33) e o fim do sábado (Oséias 2.11), que se cumpriu em Jesus (Colossenses 2.14-17), por essa razão, o sábado não aparece nos quatro preceitos de Atos 15.20-29. Mas gostaria apenas de escrever a partir do versículo 28 a 29 que claramente diz:
Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes.Bem vos vá.
Na verdade o fato é que a palavra diz que se formos guardar a lei teremos que guardar toda a lei sem tropeçar em qualquer uma delas, caso contrario todas que já foram cumpridas se fará em vão, os adventistas guardam o sábado, mas se formos ver como realmente era guardado o sábado, e se formos ver como realmente as leis como eram exigidas no passado, eles nos dias de hoje não cumprem nem 50% do que a lei pedia no antigo testamento, ou melhor dizendo nenhum ser humano foi ou será capaz de guardar a lei em todos os seus pontos sem tropeçar nas mesmas.
Tiago 2.10 diz: Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos.
Você sabe a razão do porque o próprio Jesus disse que estava cansado dos sábados em Oséias 2.11? Simplesmente porque os sraelitas eram hipócritas, eles guardavam o sábado, mas de que adiantava se não obedeciam a Deus, uma hora eles estavam guardando o sábado e julgando os que não guardavam, mas pouco depois eles estavam adorando ídolos e desonrando o nome do senhor. Ou seja estavam encaixados em Tiago 2.10.
O tempo se passava e Deus não achou um homem se quer que conseguisse guardar os dez mandamentos sem tropeçar em alguns deles, por este motivo ele enviou Jesus para que o cumprisse e foi assim que a lei foi vencida e o novo conserto foi feito entre nós servos do senhor. Sei que vários adventistas estão lendo neste momento este estudo, já que cada estudo é lido por mais de 1000 pessoas mensalmente e parte dos internautas que navegam neste site são adventistas, mas não acredito que seja guardar o sábado que possa fazer a igreja adventista ser uma seita, pois isto não é nada mais que um sacrifício em vão, porém não é um pecado guardar a lei, o pecado esta em viver debaixo do julgo de satanás, e se a adventista é uma seita eu ainda vou explicar quais são os motivos ainda neste estudo.
A adventista do sétimo dia é uma seita? o que os torna seita?
Esta é uma pergunta um tanto quanto delicada, eu fiz um estudo sobre isto e recebi vários emails de adventistas criticando o estudo que fiz sobre este assunto, porém o que vou escrever nas linhas abaixo será tudo dentro da palavra. Resumidamente vou falar um pouco do porque a igreja adventista é uma seita, não por causa de guardar o sábado, mas por alguns dos motivos a seguir.
Razões que tornam a igreja adventista uma seita
1- Acreditam no sono da alma.
Afirmam que, depois da morte, somos reduzidos ao silêncio. Que morte é morte mesmo, incluindo a própria alma. Ao morrer, o homem deixa realmente de existir. Mas não foi isto que Deus nos ensinou. “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos” (Mt.22:32). O livro de Lc.23.43 diz: - hoje estarás comigo no Paraíso Dessa forma, analisando as palavras de Jesus, é impossível admitir, com base nessa passagem, que o malfeitor arrependido está deitado em sono inconsciente. Ambos morreram naquele dia, Jesus desceu às partes mais baixas da terra (Ef 4.8-10) e pregou aos espíritos em prisão (1 Pe 3.18-20), enquanto o malfeitor arrependido foi ao Paraíso. O mesmo lugar para onde Jesus foi e levou cativo o cativeiro (Ef 4.8).
2- Eles afirmam que todos os que não guardarem o sábado não terão a salvação.
O único que pode ou não definir a salvação de alguém é o próprio Deus, nós não temos o poder de julgar nem mesmo o pior pecador da face da terra, até porque na ultima hora ele ainda poderá se arrepender dos seus pecados e ter a vida eterna, enquanto que alguém por mais santo que seja poderá falhar em seu ministério nos últimos dias de sua vida e talvez até perder sua salvação.
3-Afirmaram que Jesus ia voltar no ano de 1844:
O fundador desta controvertida seita, Pr. W.Miller (que na verdade era leigo), afirmou que Jesus voltaria em 1843. Quando isto fracassou, seus seguidores anunciaram que um ligeiro erro tinha ocorrido e então fixou o tempo do fim para outubro de 1844. As pessoas venderam casas e móveis, e ficaram aguardando o fim, ansiosas. No dia previsto, o povo reuniu-se no topo dos telhados e das montanhas, aguardando o evento. Contudo, o passar do tempo provou que Miller estava errado. Cristo não veio no dia indicado e nem virá em qualquer outro dia marcado, pois a Palavra de Deus é claríssima: “Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos no céu nem o Filho, senão o Pai” (Mc.13:32; At.1:2). Miller se arrependeu por esse erro, mas os seus adeptos continuaram e o resultado dessa inconseqüência é a Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas variantes. Como podemos crer que esta obra é de Deus vendo como ela começou? A Bíblia diz que Deus não é de confusão (ICor.14:33) e como aceitar que Ele esteja nesse meio tão confuso?
4- Não acreditam na existência do inferno
Eles afirmam as outras religiões servem a um Deus mal e vingativo. O ensino de Jesus foi claro sobre o inferno: Mt 13.41-42, 49-50; 22.13; 24.50-51; 25.30, 41, 46; 26.24; Mc 9.45, 47-48; Lc 12.4-5; 13.27-28. A palavra aionios, que aparece na Bíblia, designa: a eternidade de Deus (Ap 4.9; Rm 16.26); a felicidade do povo de Deus (Mt 25.46; Jo 10.28); a glória eterna (2 Tm 2.10; 2 Co 4.17; Hb 9.15; 2 Co 5.14, 18) e futura punição dos ímpios (Mt 25.46; 2 Ts 1.9).
5- Afirmam que Jesus é o arcanjo Miguel.
EG White afirma em seu livro - Os Patriarcas; pág. 366, que Jesus é o Arcanjo Miguel: "Ainda mais: Cristo é chamado o Verbo de Deus. João 1:1-3. É assim chamado porque Deus deu Suas revelações ao homem em todos os tempos por meio de Cristo. Foi o Seu Espírito que inspirou os profetas. I Ped. 1:10 e 11. Ele lhes foi revelado como o Anjo de Jeová, o Capitão do exército do Senhor, o Arcanjo Miguel. Foi Cristo que falou a Seu povo por intermédio dos profetas". A Bíblia apresenta muitas diferenças entre Jesus e Miguel:
*
Jesus é criador ( Jô 1.3 ) , Miguel é criatura ( Cl 1.16 )
*
Jesus é Adorado por Miguel ( Hb 1.6 ), Miguel não pode ser adorado ( Ap. 22.8-9 )
*
Jesus é o Senhor dos Senhores ( Ap. 17.14); Miguel é príncipe( Dn 10.13)
*
Jesus é Rei dos Reis; Miguel é príncipe dos Judeus (Dn 12.1).
Há, portanto, clara distinção entre Jesus e Miguel. Jesus é o Filho de Deus, e Miguel é anjo: Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai e Ele me será por Filho? E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem ( Hb 1.5-6 ); Portanto fica claro aqui a superioridade de Jesus, e a falta de conhecimento destes que se dizem “estudantes” da Bíblia.
6- Afirmam que Jesus tinha natureza pecaminosa.
O Adventismo declara que: Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza pecaminosa, caída (....) De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo o filho de Adão – uma natureza pecaminosa (Estudos Bíblicos. CPB. P. 140/41). Jesus foi concebido pelo Espírito Santo no ventre de Maria (Lc 1.30), diferenciando-se de todos os homens que nasceram em pecado (Sl 51.5). O texto em questão declara que Jesus era santo, inocente, imaculado e separado dos pecadores. Uma pergunta que resta: como admitir que a deidade absoluta pudesse habitar no corpo humano corrompido? (Cl 2.9). Esse Cristo de natureza pecaminosa é outro Jesus e não o que servimos(2 Co 11.4) Eu gostaria de pedir desculpas aos membros da igreja adventistas que se sentirem ofendidos com relação a este artigo, minha intenção em momento algum foi de atacar vocês de alguma forma, apenas esclareci a duvida de internautas que me questionaram vários dias sobre tal assunto, e é impossível eu responder estas perguntas sem esclarecer de forma clara se vocês estão dentro ou fora dos preceitos bíblicos. A palavra de Deus diz que devemos dizer sim sim, ou não não, o que passar disto será procedência maligna (Mateus 5.37) Baseado neste versículo eu não poderia dar varias voltas sem dizer o que realmente a biblia diz sobre vossas doutrinas. Espero ter esclarecido vossas duvidas
Respondida por Cléuvis casagrande
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O ADVENTISMO DO 7º DIA
O ADVENTISMO DO 7º DIA
Introdução:
Não podemos pensar na origem dos "sabatistas" sem recordar os conflitos entre o apóstolo Paulo e os judaizantes. A luta entre o legalismo e o evangelho da graça de Deus é muito antiga. Continua em tempos modernos no vigoroso programa dos adventistas do Sétimo Dia. O sabatismo não é uma seita como, muita gente pensa: "uma denominação igual às outras, com a única diferença de guardar o Sábado". É uma seita perigosa que mistura muitas verdades bíblicas com erros tremendos no que se refere as doutrinas cristãs ou interpretações de profecias.
Origem do Adventismo:
Duas das Igrejas que estaremos estudando neste trimestre podem traçar sua origem nos ensinos de Guilherme Miller, embora não tivesse fundado nenhuma delas. São as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo dia.
a) Síntese Histórica:
No princípio do século dezenove houve um despertamento de interesse pela Segunda vinda de Cristo entre os cristãos. Guilherme Miller, pastor batista no Estado de Nova Iorque, dedicou-se ao estudo detalhado das escrituras proféticas. Convenceu-se de que Daniel 8.14 se referia à vinda de Cristo para "purificar o santuário". Calculando que cada um dos 2.300 dias representava um ano, tomou como ponto de partida a carta de regresso de Esdras e seus compatriotas a Jerusalém e 457 a.C., e chegou à conclusão de que Cristo voltaria à terra em 1843, Isto foi em 1818.
b) O fracasso de Miller:
Por um quarto de século, Miller proclamou a mensagem para classes especiais a cristãos de diferentes Igrejas. O interesse dos crentes em relação à mensagem era crescente e o número deles ia de cinqüenta a cem mil pessoas preparando-se para o fim do mundo. Muito crentes doaram suas lavouras, e se prepararam para receber o Senhor no dia 21 de março de l843. Chegou o dia e o evento esperado não aconteceu.. Miller revisou os seus cálculos, descobriu um erro de um ano. Devia ser no dia 21 de março de l844. Ao chegar essa data, nada aconteceu. Uma vez mais um novo cálculo indicou que seria o dia 22 de outubro de mesmo ano. Porém essa previsão também falou.
c) O Arrependimento de Miller:
Guilherme Miller, dando toda a prova de sua sinceridade e honradez, confessou simplesmente que se havia equivocado em seu sistema de interpretação bíblica. É preciso certa grandeza de alma, ou graça do Senhor para reconhecer abertamente seu próprio erro. Miller a teve e não mais tratou de defender a interpretação que havia proclamado por um quarto de século. Porém nem todos os seus discípulos estavam dispostos a abandonar a sua mensagem. Dos muitos que o haviam seguido, três se uniram para formar uma nova Igreja, baseada numa nova interpretação da mensagem professada por Miller.
O desenvolvimento da seita
O dia depois "da grande desilusão", Hiram Edson um fervoroso discípulo e amigo pessoal de Miller, teve uma "revelação". Nela compreendeu que Miller não estava equivocado em relação a data, mas sim em relação ao local. Disse que Cristo havia entrado no dia anterior no santuário celestial, não no terrenal, para fazer uma obra de purificação ali. Edson partilhou com outros membros de seu grupo as "boas-novas". Outros dois grupos se uniram a essa nova revelação: um dirigido por Joseph Bates que dava ênfase a guarda do Sábado e outro dirigido por Hellen G. White, que dava ênfase aos dons do Espírito.
a) As revelações de Helen White:
As revelações de Helen White tiveram muito que com a formação das doutrinas dos adventistas, e seus escritos prolíficos contribuíram grandemente para a expansão da Igreja. Ela e seu esposo disseminaram amplamente seus ensinos proféticos e doutrinários por meio de revistas e livros. Embora a Igreja adventista afirme que a Bíblia é sua autoridade doutrinária, ainda crê que Deus inspirou Helen White em sua interpretação das Escrituras e em seus conselhos, conforme se encontram em seus livros.
b) Obras da Sra White:
Como já dissemos, os livros da Sra. White são considerados "inspirados" por Deus e no mesmo nível da Bíblia, que citam apenas para comprovar o que ensinam, buscando versículos ou passagens isoladas. O livro "o grande conflito" é considerado a obra prima da Sra. White e recomendam-no largamente. Tal livro já foi editado em mais de 30 línguas com uma vendagem superior a dois milhões de exemplares. Entre outras obras, as mais importantes são: Vida de Jesus, Patriarcas e Profetas, Veredas de Cristo, O desejado de Todas as Nações.
c) Os nomes da Seita:
Os adventistas do sétimo dia já usaram através dos tempos os seguintes títulos: Igreja Cristã Adventista (1855); Adventistas do Sétimo dia (1860); União da Vida e Advento (1864);Igreja de Deus Adventista (1866); Igrejas de Deus Jesus Cristo Adventistas (1921); Igreja Adventista Reformada; Igreja Adventista da Promessa; Igreja Adventista do sétimo dia ( Atual). Existem outros grupos como Igreja Adventista da Promessa, Igreja Adventista do pacto, etc, porém o mais importante é a Igreja Adventista do Sétimo dia, conhecida como Sabatista ou Sabatismo.
As Doutrinas do Adventismo
Os sabatistas misturam algumas verdades com seus abundantes erros, daí poder enganar aos que com sinceridade se lançam em busca da verdade. Normalmente, citam a Bíblia, porém sem o cuidado de examinar o contexto. Embora muitas de suas doutrinas sejam ortodoxas, existem outras que desviam o crente do caminho real. Convém que os membros das Igrejas evangélicas conheçam essas doutrinas e saibam como refutá-las, tendo em vista que eles também se dedicam ao proselitismo entre as Igrejas Evangélicas. Veja Mt 23.15
a) A expiação incompleta:
Os adventistas ensinam que Jesus entrou no santuário celestial no ano de 1844, e agora está cumprindo a obra de expiação. Esta doutrina a expiação incompleta e contínua é uma tergiversação das Escrituras num esforço para justificar as previsões errôneas de Miller. Não duvidamos da sinceridade dos que creram haver achado uma solução para o problema nessa "revelação" de Edson, porém ela não concorda com as Escrituras. A Bíblia ensina que Jesus penetrou no santuário celestial ao ascender ao céu e não no ano de l844. (Hb 6.19,20;8.1,2; 9.11,12, 23-26; 10.1-14).
b) Nossos pecados lançados sobre Satanás?
Os adventistas ensinam que o bode emissário (ou bode para azazel) de Levíticos 16.22,26 simboliza Satanás. Todas as nossas iniqüidades serão carregadas pelo diabo. Segundo eles durante o milênio, Satanás, levará sobre si a culpa dos pecados que fez o povo de Deus cometer, e será confinado e esta terra desolada e sem habitantes. Parece fantástico que alguém que se diz evangélico aceite doutrina tão contrária ao evangelho. Será que não se dão conta das implicações de tal ensino? Isto faria o diabo nosso co-salvador com Cristo, a expiação de nossos pecados seria realizada em parte por Cristo e em parte por Satanás. O simbolismo real desta passagem mostra Cristo levando sobre si os nossos pecados. Veja Jo 1.29; Is 53.6; Hb 10.18; J0 19.30; 2 Co 5.21; Rm 8.32.
c) O Sono da Alma:
Os adventistas ensinam que as almas dos justos dormem até a ressurreição e o juízo final. Este "sono da alma" é um estado de silêncio, inatividade e inteira inconsciência" . Baseiam esta crença principalmente em Eclesiastes 9.5, que diz: "Os mortos não sabem coisa nenhuma". O contexto demonstra que o autor deste versículo está falando sobre a relação dos mortos com a vida terrena e não sobre o estado da alma depois da morte. Leia os versículos 4 a 10 desse capítulo. Provas bíblicas da consciência da alma depois da morte acham-se nas palavras de Paulo quando diz que ao deixar o corpo estaria com o Senhor, cf. Fp 1.23,24 2 Co 5.1-8). Veja também Lc16.19-31; Lc 23.43. No monte da transfiguração, Moisés não estava "silencioso, inativo e totalmente inconsciente" enquanto falava com Cristo, cf. Mt 17.1-6. Veja ainda Ap 6.9-11. Etc.
Outras crenças errôneas
Normalmente, as crenças de uma seita ou religião baseiam-se em motivos muito fortes relacionados a experiências de seus fundadores, ou livros escritos e interpretados por eles. Nesse caso, os escritos dos fundadores tornam-se regra de fé e prática. No adventismo, como em outras seitas, temos verificado que os escritos de seus fundadores continuam sendo seus sustentáculos doutrinários, independentes da Bíblia.
a) A aniquilação de Satanás e dos maus:
Os adventistas ensinam que Satanás seus demônios, e todos os maus serão aniquilados, completamente destruídos. A Senhora White diz que a teoria do castigo eterno é "uma das doutrinas falsas que constituem o vinho das abominações da Babilônia". Jesus Cristo usou a mesma palavra para referir-se à duração das bênçãos dos salvos e os tormentos dos perdidos em Mt 25.46: Eterno. Além disso, ele não disse aniquilação eterna, mas castigo eterno. Veja Também Mc 9.43,44. Em Ap 14.10,11, vemos que os adoradores do Anticristo serão atormentados "e o fumo de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos". Isto não parece com aniquilação. Confira ainda: Ap 19.20; 20.2,7,10,15 etc.
b) A observância obrigatória do Sábado:
Os adventistas ensinam que os cristãos devem observar o Sábado como o dia de repouso, e não o Domingo. Crêem que os que guardam o Domingo aceitarão a "marca da besta". A senhora White ensina que a observância do Sábado é o selo de Deus. O selo do Anticristo será o oposto a isto, ou seja, a observância do Domingo. Vemos, pois, que o Sábado é uma parte do pacto especial feito entre Deus e Israel (Ez 20.10-13). O próprio Moisés explicou que era uma memorial de sua libertação da terra do Egito. Ao repousar de seu trabalho semanal, deviam recordar como Deus lhes havia dado o repouso da dura servidão do Egito ( Dt 5.12-15).
c) O Sábado foi abolido:
A palavra profética previa a chegada do Novo Concerto (Jr 31.31-33) e o fim do Sábado (Os 2.11), que se cumpriu em Jesus(Cl 2.14-17). Por essa razão, o Sábado não aparece nos quatro preceitos de Atos 15.20,29. O texto de Colossenses 2.16,17 deita por terra todas as teses dos adventistas. Paulo parece que está escrevendo aos adventistas quando escreve aos Gálatas e trata de livrá-los dos enganos dos judaizantes que queriam fazê-los guardar a lei. O livro inteiro ressalta que a salvação não é pelas obras da lei, mas pela fé em Cristo. Faz menção da observância de certos dias como uma parte da escravidão da lei (Gl 4.3-11)./ Cristo é o fim da lei ( Rm 6.14; 10.4).
Conclusão:
O discutir com os adventistas não dá nenhum bom resultado. Estão bastante preparados para discutir e convidam a discussão. Recorde-se que as discussões somente fazem que a pessoa resolva defender melhor a sua própria doutrina. É quase certo que o adventista citará Ap 14.12 e 1 Jo 2.4, para provar que devemos guardar o Sábado. Para isto devemos mostrar-lhes quais são os andamentos de Deus no Novo Testamento. Que ele mesmo leia 1 Jo 3.23; Jo 6.29; Rm 4.5; Gl 2.16; Jo 13.34,35; 5.10 e Rm 13.8-10; Ap 22.14. Procure fortalecer sua fé na obra perfeita de Cristo e guiá-los a um repouso perfeito nele, fazendo-os ver que agora a pessoa pode ter a certeza da salvação.
Introdução:
Não podemos pensar na origem dos "sabatistas" sem recordar os conflitos entre o apóstolo Paulo e os judaizantes. A luta entre o legalismo e o evangelho da graça de Deus é muito antiga. Continua em tempos modernos no vigoroso programa dos adventistas do Sétimo Dia. O sabatismo não é uma seita como, muita gente pensa: "uma denominação igual às outras, com a única diferença de guardar o Sábado". É uma seita perigosa que mistura muitas verdades bíblicas com erros tremendos no que se refere as doutrinas cristãs ou interpretações de profecias.
Origem do Adventismo:
Duas das Igrejas que estaremos estudando neste trimestre podem traçar sua origem nos ensinos de Guilherme Miller, embora não tivesse fundado nenhuma delas. São as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo dia.
a) Síntese Histórica:
No princípio do século dezenove houve um despertamento de interesse pela Segunda vinda de Cristo entre os cristãos. Guilherme Miller, pastor batista no Estado de Nova Iorque, dedicou-se ao estudo detalhado das escrituras proféticas. Convenceu-se de que Daniel 8.14 se referia à vinda de Cristo para "purificar o santuário". Calculando que cada um dos 2.300 dias representava um ano, tomou como ponto de partida a carta de regresso de Esdras e seus compatriotas a Jerusalém e 457 a.C., e chegou à conclusão de que Cristo voltaria à terra em 1843, Isto foi em 1818.
b) O fracasso de Miller:
Por um quarto de século, Miller proclamou a mensagem para classes especiais a cristãos de diferentes Igrejas. O interesse dos crentes em relação à mensagem era crescente e o número deles ia de cinqüenta a cem mil pessoas preparando-se para o fim do mundo. Muito crentes doaram suas lavouras, e se prepararam para receber o Senhor no dia 21 de março de l843. Chegou o dia e o evento esperado não aconteceu.. Miller revisou os seus cálculos, descobriu um erro de um ano. Devia ser no dia 21 de março de l844. Ao chegar essa data, nada aconteceu. Uma vez mais um novo cálculo indicou que seria o dia 22 de outubro de mesmo ano. Porém essa previsão também falou.
c) O Arrependimento de Miller:
Guilherme Miller, dando toda a prova de sua sinceridade e honradez, confessou simplesmente que se havia equivocado em seu sistema de interpretação bíblica. É preciso certa grandeza de alma, ou graça do Senhor para reconhecer abertamente seu próprio erro. Miller a teve e não mais tratou de defender a interpretação que havia proclamado por um quarto de século. Porém nem todos os seus discípulos estavam dispostos a abandonar a sua mensagem. Dos muitos que o haviam seguido, três se uniram para formar uma nova Igreja, baseada numa nova interpretação da mensagem professada por Miller.
O desenvolvimento da seita
O dia depois "da grande desilusão", Hiram Edson um fervoroso discípulo e amigo pessoal de Miller, teve uma "revelação". Nela compreendeu que Miller não estava equivocado em relação a data, mas sim em relação ao local. Disse que Cristo havia entrado no dia anterior no santuário celestial, não no terrenal, para fazer uma obra de purificação ali. Edson partilhou com outros membros de seu grupo as "boas-novas". Outros dois grupos se uniram a essa nova revelação: um dirigido por Joseph Bates que dava ênfase a guarda do Sábado e outro dirigido por Hellen G. White, que dava ênfase aos dons do Espírito.
a) As revelações de Helen White:
As revelações de Helen White tiveram muito que com a formação das doutrinas dos adventistas, e seus escritos prolíficos contribuíram grandemente para a expansão da Igreja. Ela e seu esposo disseminaram amplamente seus ensinos proféticos e doutrinários por meio de revistas e livros. Embora a Igreja adventista afirme que a Bíblia é sua autoridade doutrinária, ainda crê que Deus inspirou Helen White em sua interpretação das Escrituras e em seus conselhos, conforme se encontram em seus livros.
b) Obras da Sra White:
Como já dissemos, os livros da Sra. White são considerados "inspirados" por Deus e no mesmo nível da Bíblia, que citam apenas para comprovar o que ensinam, buscando versículos ou passagens isoladas. O livro "o grande conflito" é considerado a obra prima da Sra. White e recomendam-no largamente. Tal livro já foi editado em mais de 30 línguas com uma vendagem superior a dois milhões de exemplares. Entre outras obras, as mais importantes são: Vida de Jesus, Patriarcas e Profetas, Veredas de Cristo, O desejado de Todas as Nações.
c) Os nomes da Seita:
Os adventistas do sétimo dia já usaram através dos tempos os seguintes títulos: Igreja Cristã Adventista (1855); Adventistas do Sétimo dia (1860); União da Vida e Advento (1864);Igreja de Deus Adventista (1866); Igrejas de Deus Jesus Cristo Adventistas (1921); Igreja Adventista Reformada; Igreja Adventista da Promessa; Igreja Adventista do sétimo dia ( Atual). Existem outros grupos como Igreja Adventista da Promessa, Igreja Adventista do pacto, etc, porém o mais importante é a Igreja Adventista do Sétimo dia, conhecida como Sabatista ou Sabatismo.
As Doutrinas do Adventismo
Os sabatistas misturam algumas verdades com seus abundantes erros, daí poder enganar aos que com sinceridade se lançam em busca da verdade. Normalmente, citam a Bíblia, porém sem o cuidado de examinar o contexto. Embora muitas de suas doutrinas sejam ortodoxas, existem outras que desviam o crente do caminho real. Convém que os membros das Igrejas evangélicas conheçam essas doutrinas e saibam como refutá-las, tendo em vista que eles também se dedicam ao proselitismo entre as Igrejas Evangélicas. Veja Mt 23.15
a) A expiação incompleta:
Os adventistas ensinam que Jesus entrou no santuário celestial no ano de 1844, e agora está cumprindo a obra de expiação. Esta doutrina a expiação incompleta e contínua é uma tergiversação das Escrituras num esforço para justificar as previsões errôneas de Miller. Não duvidamos da sinceridade dos que creram haver achado uma solução para o problema nessa "revelação" de Edson, porém ela não concorda com as Escrituras. A Bíblia ensina que Jesus penetrou no santuário celestial ao ascender ao céu e não no ano de l844. (Hb 6.19,20;8.1,2; 9.11,12, 23-26; 10.1-14).
b) Nossos pecados lançados sobre Satanás?
Os adventistas ensinam que o bode emissário (ou bode para azazel) de Levíticos 16.22,26 simboliza Satanás. Todas as nossas iniqüidades serão carregadas pelo diabo. Segundo eles durante o milênio, Satanás, levará sobre si a culpa dos pecados que fez o povo de Deus cometer, e será confinado e esta terra desolada e sem habitantes. Parece fantástico que alguém que se diz evangélico aceite doutrina tão contrária ao evangelho. Será que não se dão conta das implicações de tal ensino? Isto faria o diabo nosso co-salvador com Cristo, a expiação de nossos pecados seria realizada em parte por Cristo e em parte por Satanás. O simbolismo real desta passagem mostra Cristo levando sobre si os nossos pecados. Veja Jo 1.29; Is 53.6; Hb 10.18; J0 19.30; 2 Co 5.21; Rm 8.32.
c) O Sono da Alma:
Os adventistas ensinam que as almas dos justos dormem até a ressurreição e o juízo final. Este "sono da alma" é um estado de silêncio, inatividade e inteira inconsciência" . Baseiam esta crença principalmente em Eclesiastes 9.5, que diz: "Os mortos não sabem coisa nenhuma". O contexto demonstra que o autor deste versículo está falando sobre a relação dos mortos com a vida terrena e não sobre o estado da alma depois da morte. Leia os versículos 4 a 10 desse capítulo. Provas bíblicas da consciência da alma depois da morte acham-se nas palavras de Paulo quando diz que ao deixar o corpo estaria com o Senhor, cf. Fp 1.23,24 2 Co 5.1-8). Veja também Lc16.19-31; Lc 23.43. No monte da transfiguração, Moisés não estava "silencioso, inativo e totalmente inconsciente" enquanto falava com Cristo, cf. Mt 17.1-6. Veja ainda Ap 6.9-11. Etc.
Outras crenças errôneas
Normalmente, as crenças de uma seita ou religião baseiam-se em motivos muito fortes relacionados a experiências de seus fundadores, ou livros escritos e interpretados por eles. Nesse caso, os escritos dos fundadores tornam-se regra de fé e prática. No adventismo, como em outras seitas, temos verificado que os escritos de seus fundadores continuam sendo seus sustentáculos doutrinários, independentes da Bíblia.
a) A aniquilação de Satanás e dos maus:
Os adventistas ensinam que Satanás seus demônios, e todos os maus serão aniquilados, completamente destruídos. A Senhora White diz que a teoria do castigo eterno é "uma das doutrinas falsas que constituem o vinho das abominações da Babilônia". Jesus Cristo usou a mesma palavra para referir-se à duração das bênçãos dos salvos e os tormentos dos perdidos em Mt 25.46: Eterno. Além disso, ele não disse aniquilação eterna, mas castigo eterno. Veja Também Mc 9.43,44. Em Ap 14.10,11, vemos que os adoradores do Anticristo serão atormentados "e o fumo de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos". Isto não parece com aniquilação. Confira ainda: Ap 19.20; 20.2,7,10,15 etc.
b) A observância obrigatória do Sábado:
Os adventistas ensinam que os cristãos devem observar o Sábado como o dia de repouso, e não o Domingo. Crêem que os que guardam o Domingo aceitarão a "marca da besta". A senhora White ensina que a observância do Sábado é o selo de Deus. O selo do Anticristo será o oposto a isto, ou seja, a observância do Domingo. Vemos, pois, que o Sábado é uma parte do pacto especial feito entre Deus e Israel (Ez 20.10-13). O próprio Moisés explicou que era uma memorial de sua libertação da terra do Egito. Ao repousar de seu trabalho semanal, deviam recordar como Deus lhes havia dado o repouso da dura servidão do Egito ( Dt 5.12-15).
c) O Sábado foi abolido:
A palavra profética previa a chegada do Novo Concerto (Jr 31.31-33) e o fim do Sábado (Os 2.11), que se cumpriu em Jesus(Cl 2.14-17). Por essa razão, o Sábado não aparece nos quatro preceitos de Atos 15.20,29. O texto de Colossenses 2.16,17 deita por terra todas as teses dos adventistas. Paulo parece que está escrevendo aos adventistas quando escreve aos Gálatas e trata de livrá-los dos enganos dos judaizantes que queriam fazê-los guardar a lei. O livro inteiro ressalta que a salvação não é pelas obras da lei, mas pela fé em Cristo. Faz menção da observância de certos dias como uma parte da escravidão da lei (Gl 4.3-11)./ Cristo é o fim da lei ( Rm 6.14; 10.4).
Conclusão:
O discutir com os adventistas não dá nenhum bom resultado. Estão bastante preparados para discutir e convidam a discussão. Recorde-se que as discussões somente fazem que a pessoa resolva defender melhor a sua própria doutrina. É quase certo que o adventista citará Ap 14.12 e 1 Jo 2.4, para provar que devemos guardar o Sábado. Para isto devemos mostrar-lhes quais são os andamentos de Deus no Novo Testamento. Que ele mesmo leia 1 Jo 3.23; Jo 6.29; Rm 4.5; Gl 2.16; Jo 13.34,35; 5.10 e Rm 13.8-10; Ap 22.14. Procure fortalecer sua fé na obra perfeita de Cristo e guiá-los a um repouso perfeito nele, fazendo-os ver que agora a pessoa pode ter a certeza da salvação.
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